Qualquer tentativa de golpe não terá apoio do Exército Americano

O Presidente Jair Bolsonaro retornou com as ameaças a democracia do Brasil. Seguindo os passos de um ditador, ele vem repetidamente atacando as instituições democráticas do país, em especial ao STF e ao TSE.

Os ataques vem sendo cada vez mais frequentes na medida que ele é atualizado sobre as pesquisas eleitorais, onde é colocado em segundo lugar, com grande potencial de ser o primeiro Presidente da história brasileira a não ser reeleito.

Com grandes preocupações para 2023, seus aliados já buscam uma PEC da misericórdia. A PEC cria cargo de senador vitalício para blindar Bolsonaro, haja vista que a atual proteção da PGR não será eterna. Nesse cenário, caso essa PEC não avance e o Bolsonaro continue com risco de perder no primeiro turno, a tentativa de um golpe passa a ser uma preocupação para as instituições democráticas.

Essa semana, o Brasil recebeu a reunião de defesa em toda a América. Em participação do secretário de Defesa do presidente dos Estados Unidos, Lloyd Austin, enfatizou nesta terça-feira a necessidade de os militares estarem sob firme controle dos civis, onde a lealdade militar à Constituição se tornou uma questão central antes do 1º turno das eleições presidenciais em 2 de outubro.

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Já o representante dos EUA, democrata e das Relações Exteriores, Tom Malinowski, disse que “Austin deve simplesmente deixar claro que os militares devem ficar de fora da eleição e permitir que quaisquer disputas sobre a eleição sejam resolvidas por meios constitucionais

O comitê deixou claro que:

E ele deve lembrar a seus colegas que a lei dos EUA restringe nossa cooperação com militares estrangeiros que participam de qualquer coisa que possa se assemelhar a um golpe”.

As declarações de Lloyd Austin e Tom Malinowski foram publicadas no site da Euronews, por Phil Stewart.

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